Inquietude
Solta no mundo, vagando lentamente provando o docê de viver, ao amargo de esvaecer.Na estrada cai como um anjo de asas quebradas, sem rumos e amores, curei minhas dores no amanhacer. Saboreei o pecado, de diversas cores e aromas modificados. Perdi em desvaneios, sem meu querer. Cai do outro lado do mundo, quiça no fundo, onde vão os sentimentos inválidos. Meu amor é um engano, outrorá me fez feliz, meus desejos andam sem dono. Vago por ai em qualquer canto. Canto uma canção para curar. A vida do avesso. Sem demasiadas preocupações com grandes inquietudes. Prossigo provando do céu ao inferno, com doses equilibradas de encanto. Faço magia. Faço amor. Invento componho a vida de útopias intangiveis. O real vivo pelo meio,me perco em meus desvaneios, me acho em lugares longiguos de mim. Sou errante, sou amante. Apreendendo a viver.
Um vinho por favor! para curar a realidade, que me doí.
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Postado por: Miixa às 14h41
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Meia-verdade
Atravessei no sonho
De te ter entre os braços
Foi um abraço apertado
Para nunca mais abraçar
Se amei ou foi amado?!
Não saberei o que dizer
Seu cheiro ficou guardado
Nos armários de minha alma
Me acalma aquele recordar.
Meus olhos molharam
Do seu ir sem adeus.
- Postado por: Miixa às 15h47
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