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BRASIL, Sudeste, POUSO ALEGRE, Mulher, de 20 a 25 anos
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Entre o real e o imáginario, a uma porta mágica, só passa por ela quem tem a arte no coração,

quem vê além das palavras, além dos desenhos, além dos traços, além da música...

Só ultrapassa a porta, quem possui olhos de criança, coração puro, e alma de artista...

Atrás das portas mora o mistério da arte:

 

Apresento meu novo Blog: ENTRE O REAL E O IMÁGINARIO

http://entrerealeimaginario.blogspot.com/



- Postado por: Juliana Santos às 12h46
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Oi, pessoal

                Desculpa ter me ausentado do blog, bom tenho dois motivos não muito convincentes, primeiro: ando sem  tempo, corro de um lado para o outro,  é convenhamos essa vida não é nada mole, quando temos um sonho temos que lutar com todas as nossas forças,  e acho que com todo nosso tempo também... é parte do  meu sonho estou  quase realizando...ser Bióloga, mais não foi nada fácil  chegar até aqui...essa vida me testou muito, e me bateu de mais...a cada tapa...eu amadurecia, bom, mudei muito e muito mesmo...nessa mudança eu sofri, derramei um lago de lagrimas, mais depois da tempestade, sempre  vem um sol bonito...nuvens e pássaros que cantam...

Segunda desculpa para não atualizar meu blog: ando desprovida de inspiração, as vezes formulo poemas em minha mente, mais eles não chegam ao papel, talvez eu esteja em momento de metamorfose, ando critica por demais, nada que escrevo me agrada...mais depois de um tempo parada...vem novos poemas...bom, é sempre assim, momento de renovação...passo por isso de tempos em tempos....mais sempre retorno.

 

Beijos a todos!



- Postado por: Juliana Santos às 09h04
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MUSICA: PENA
O TEATRO MAGICO

O poeta pena
Quando caí o pano e o pano caí
Um sorriso por ingresso
Falta assunto, falta acesso
Talento traduzido em cédula
E a cédula tronco é cedúla mãe solteira

O poeta pena
Quando caí o pano e o pano caí
Acordes em oferta
Cordel em promoção
A prosa presa em papel de bala
Música rara em liquidação

E quando o nó cegar
Deixa desatar em nós
Solta a prosa presa
Luz acesa
Já se dorme um sol em mim menor

Eu sinto que sei que sou um tanto bem maior
Eu sinto que sei que sou um tanto bem maior

O palhaço pena
Quando caí o pano e o pano caí
A porcentagem e o verso
Rifa, tarifa e refrão
Talendo provado em papel moeda
Poesia metamorfoseada em cifrão

O palhaço pena
Quando caí o pano e o pano caí
Meu museu em obras
Obras em leilão
Atalhos retalhos e sobras
A matematica da arte em papel de pão

E quando o nó cegar
Deixa desatar em nós
Solta a prosa presa
Luz acesa
Já se abre um sol em mim maior

Eu sinto que sei que sou um tanto bem maior
Eu sinto que sei que sou um tanto bem maior

- Postado por: Juliana Santos às 17h40
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Tempo

 

É a vida passa

Nas voltas dos ponteiros

Vão os dias

Sem despedir

A noite fica fria

E os sonhos sem luz

O futuro amedronta

A garota que cresceu

Sem estar pronta

Garota da boneca de pano

Mulher de muitos planos

Planos que não passam de planos.

Sonhos que não saem do travesseiro.

 

 

Desculpe a ausência, mais estou retornando a esse adorável mundinho blogueiro.

 

Estou passando por uma  fase maravilhosa, e assustadora da minha vida, estou no ultimo ano da faculdade, no fim do ano serei uma BIOLOGA, bom, legal é o que eu sempre quis, mais e agora?!  É a realidade é dura...

 

Beijo a todos!



- Postado por: Juliana Santos às 17h00
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Talvez ( Pablo Neruda)

Talvez não ser,
é ser sem que tu sejas,
sem que vás cortando
o meio dia com uma
flor azul,
sem que caminhes mais tarde
pela névoa e pelos tijolos,
sem essa luz que levas na mão
que, talvez, outros não verão dourada,
que talvez ninguém
soube que crescia
como a origem vermelha da rosa,
sem que sejas, enfim,
sem que viesses brusca, incitante
conhecer a minha vida,
rajada de roseira,
trigo do vento,

E desde então, sou porque tu és
E desde então és
sou e somos...
E por amor
Serei... Serás...Seremos...

 



- Postado por: Juliana Santos às 12h23
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chuvas

Pintaram o céu

com cinzas de jasmim

ai de mim

deitada sobre o véu

no preto, solidão

nas cores de  marfim

do mundo, meu coração

arco iris de minha alma

delíro na calma

no mar de ilusão.

 

 

 



- Postado por: Juliana Santos às 17h26
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Sem tempo

 

Tempo, o perdi pelos arredores

Tenho somente dez minutos

Em que respiro o meu ar

O resto de minhas horas

Obedeço aos outros.

Comer as vezes lembro

Quando me resta tempo

Ah mais meus dez minutos

Desses jamais abro mão

Neles eu escrevo

Sonho de olhos abertos

Olho para o teto sem nada a pensar

Folheio um livro

Planejo o futuro

Cuido de mim.

Não tenho muito tempo

A vida é curta

Ela  gira sem cessar.

E eu, corro pela rua

 Atrás dos sonhos

Que antes eram de menina.

 

 

Bom pessoal peço desculpa pela ausência, e que realmente ando na correria, como todo brasileiro. Esse ano me formo em Biologia, estou naquela fase pirada do TCC...Mais isso logo passa...Mais a alegria e muita de estar a realizar um objetivo tão sonhado.

 

Bjos a todos



- Postado por: Juliana Santos às 17h12
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Ilusão

 

Nos cantos da inquietude

Amei

Desamei

Entreguei-me em plenitude

Chorei no mar que morreu

Fiz luau no campo

Fogueira na alma

Tudo aconteceu

Na calma do amanhã

Os dias se perderam

Eu sorri na ironia

Aguardam a felicidade

Que nunca sentia

Reguei a flor desfalecida

Nem a esperença brotou

E eu desaparecida

Do que restou

 



- Postado por: Juliana Santos às 18h21
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 Flor do Sertão

 

 

Secam as flores

Meros descuidos meus

Envolvidos nas dores

Do dia que já morreu

 

Será seca do sertão

Falta d' agua

Ou vazio do coração?

 

Morrem as folhas lentamente

Uma a uma

Despindo docemente

A divina beleza

 

Das cores, o preto

Rosas, cravos, alecrins

Desmaiados  ao chão

Sangram nos jardins

 

 E minha alma...

Antes feita de flores...

Em meio a tantas cores, pétalas, perfumes

Se desfaz em ermos

E traz na dor uma gelida

Ingrata e profunda raiz.

 

 

 

Esse poema, não é um escrito qualquer, é muito mais que isso, é a união de palavras ditas de dois corações diferentes, parte composto por mim, e outra parte pelo meu grande amigo bloqueiro Cris do Palavras ao Vento; De nossa bela amizade nasce hoje, nosso primeiro poema juntos...

 

Cris obrigada pela sua valiosa amizade!



- Postado por: Juliana Santos às 18h10
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Aguardo lentamente

A breve noite

Em que minha inspiração

 Voltara.

 

PAULO LEMINSK

Apagar-me


Apagar-me
diluir-me
desmanchar-me
até que depois
de mim
de nós
de tudo
não reste mais
que o charme.

        ***         ***        ***       ***

Incenso Fosse Música


isso de querer
ser exatamente aquilo
que a gente é
ainda vai
nos levar além .

 

Uma otima semana a todos!



- Postado por: Juliana Santos às 21h06
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